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Mostrando postagens de agosto, 2026

Letras

Agora não escrevo poemas  Teço eles em sua pele quando a inspiração me invade como um desejo de te ter E a linguagem que uso, são semânticas do nosso cotidiano  Dia a dia Ano a ano Eu gosto como você me deixa sem palavras, quando datilografa a metodologia de seu desenlace em meu índice  E eu guardo toda biografia de suas expressões Como se fossem coleções de romances sáficos Que de tanta intensidade, se perdem em inconclusas sinapses Restando às palavras limitarem-se ao silêncio e ao desvozeamento de meus sentidos Todos voltados a ti Devotos Íntimos Do discurso enviesado e letrado em suas linhas. À, finalmente, minhaa esposa: Beatriz. Agosto, 2026. Floriano. Piauí.